• 22
    Set
    2016
    às 16:23
  • Postado por
    Ricardo
  • Categoria
    conheça a as4

Seis motivos para se empolgar com a realidade digital




Até 2018, a previsão de vendas de robôs para inúmeras indústrias ao redor do mundo é de aproximadamente 152 mil unidades, segundo a International Federation of Robotic. Já para máquinas que realizam serviços pessoais, serão 35 milhões de unidades, com lucro estimado em US$ 12,2 bilhões.

Estes são dados que mostram como as empresas buscam cada vez mais alternativas para o presente e para o futuro digital. As organizações procuram a reinvenção ao se sentirem pressionadas – uma verdade para 82% dos executivos que entrevistamos para nossa pesquisa Technology Vision.

Uma das chaves para essa mudança é, de fato, a automação inteligente. Dela, obteremos uma série de benefícios para companhias, pessoas e, principalmente, para o modo como vivemos. Confira alguma dessas transformações em curso:

1 – Qualidade de vida: O uso de celulares, computadores e tablets contribuiu para otimizar o tempo das pessoas e estabeleceu espaço para outras atividades. A tecnologia também impulsionou o desenvolvimento de fontes de energia renováveis e de uma medicina mais personalizada, voltada para a prevenção e monitoramento dos pacientes. Na Accenture, por exemplo, mantemos um projeto para desenvolver a impressão 3D de próteses, o que facilita a customização de acordo com a necessidade do paciente. Realizamos também testes com realidade virtual para eliminar a dor fantasma em pessoas amputadas.

2 – Inteligência artificial: Essa tecnologia está cada vez mais em nosso cotidiano. As máquinas hoje reconhecem padrões de fotos e vídeos, desde cores, pessoas ou movimentos. Isso traz uma série de benefícios, desde monitorar espaços públicos até determinar quando ocorre um acidente, por exemplo.

É possível treinar um algoritmo para melhorar a prestação de serviços ou determinado desempenho esportivo, como os alemães fizeram durante a Copa do Mundo de 2014. Além de analisar os adversários, eles avaliaram seus próprios jogadores. Vestiram os atletas com coletes equipados com sensores, fizeram análise de desempenho individual e coletivo, e quando colocaram modelos que simularam o que deveria ser feito, sabiam qual esquema de jogo deveriam usar em cada disputa.

3 – Conteúdo: Quando pensamos em entregar conteúdo relevante no mundo físico, no caso das empresas, toda essa parte de tecnologias para localização é relevante. Ferramentas como GPS, sensores tipo Bluetooth e ultrassom no comércio são críticas para setores como o varejo, em que os lojistas precisam entender os hábitos de consumo das pessoas. Com uma câmera instalada na prateleira, é possível ter uma visão computacional do consumidor, além de determinar o gênero, a idade e a expressão da pessoa diante de um produto naquele momento. Se ela está feliz, por exemplo, o vendedor consegue abordá-la com mais sucesso.

4 – Segurança: No passado, os sistemas de segurança eram totalmente voltados para a prevenção. Agora, o cenário é outro, em que temos que atuar para permanentemente criar, consertar e remediar situações com rapidez e velocidade. Há bancos que já contam com reconhecimento facial para garantir o acesso à conta corrente, no lugar de login e senha. O blockchain, uma arquitetura que tem informação distribuída em blocos, em diferentes servidores, é outra tecnologia transformadora. É um sistema dificilimo de se burlar, pois a informação está replicada em vários lugares.

5 – Empreendedorismo: O avanço tecnológico possibilitou às pessoas serem mais empreendedoras. As novas tecnologias permitem, por exemplo, criar um aplicativo com baixo investimento e sem precisar largar seu trabalho. No Brasil, cerca de 70% das startups têm fundadores com idades entre 25 e 30 anos. São as pessoas que normalmente têm menos estabilidade financeira. E cada vez mais será possível para mais indivíduos empreender. Em tempos de instabilidade, é o tipo de coisa que incentiva a criatividade, seja para complementar a renda ou ter ideias novas quando perde o emprego sem precisar investir muito.

6 – Colaboração: Antigamente, as empresas demoravam meses para atualizar seus sistemas. Agora, essas melhorias são praticamente diárias. Para chegar nisso, é preciso contar com diferentes times que atuam juntos. A colaboração é extremamente importante nesse processo. E estamos falando desde a equipe responsável por ouvir o feedback dos consumidores, até o departamento jurídico, que irá validar as ideias que surgirem desse feedback. Esses profissionais podem interagir remotamente, em diferentes partes do mundo, graças à tecnologia que possibilitou o acesso e o compartilhamento de informações a qualquer hora e em qualquer lugar.

Por: Leonardo Framil: CEO - Brazil and Latin America at Accenture

Fonte:linkedin/pulse.com

  • 22
    Set
    2016
    às 11:01
  • Postado por
    Ricardo
  • Categoria
    conheça a as4

Os segredos dos grandes investidores do Brasil – e o que aprender com eles


Por Florian Bartunek e Pierre Moreau

Poucos assuntos geram tanta insegurança na maioria das pessoas quanto investimentos. Ainda assim, é algo com que todos que têm alguma poupança disponível precisam se preocupar. Se você possui dinheiro guardado ou ganha mais do que gasta (parabéns!), não tem jeito, algo de investimentos você tem de saber. Investir é das tarefas mais complexas e importantes, cujos resultados terão impactos para seus filhos, netos e, possivelmente, para outras gerações.

Entender melhor sobre investimentos e ter sucesso com isso tem também um impacto positivo na autoestima. Devido à incerteza no Brasil em relação à capacidade da Previdência de bancar o estilo de vida atual após a aposentadoria, há um estresse e uma aflição permanentes sobre dinheiro em muitas pessoas. Como a maioria das atividades, investir requer estudo e dedicação. Melhor, porém, aprender com os erros dos outros. Vale lembrar da seguinte frase: “Quando uma pessoa com dinheiro encontra uma pessoa com experiência, a pessoa com experiência fica com o dinheiro e a pessoa com dinheiro sai com a experiência”.

"O mercado financeiro é um cassino". "Volatilidade é boa para os traders, eles sempre ganham". "Pequenos investidores sempre perdem na bolsa". "Dê uma dica de qual ação que vai subir". "Tenho todo o meu patrimônio em imóveis, sou conservador". "Para investir na bolsa é necessário o aconselhamento de um profissional". "Investir em ações é fácil, basta escolher as empresas da moda". "Como na carreira, para ganhar dinheiro, o mercado financeiro é a melhor alternativa". Essas percepções errôneas que muitos ouvem repetidas vezes foram a principal inspiração para pensarmos no curso Grandes Investidores, realizado na Casa do Saber.

Nosso objetivo foi tentar mostrar o que explica o sucesso de alguns dos principais investidores do país e indicar, especialmente aos jovens, as inúmeras possibilidades de carreira no mercado financeiro. Diferentemente do que acontece em outras profissões, há uma falsa sensação de que investir é fácil, não requer muito preparo. Afinal, qualquer um com uma conta de home broker pode ser um investidor. Como em futebol e política, todos têm uma opinião ou uma dica sobre o melhor investimento.

A postura dos investidores em relação aos gestores de fundos, por exemplo, geralmente é de desconhecimento. Não sabem as qualificações de quem é responsável por suas aplicações financeiras. Não questionam sua competência ou formação. Imagine se o piloto do avião, na preparação para o voo, anuncia que fez faculdade de medicina, mas que adora voar e que aprendeu lendo livros. Os passageiros sairiam correndo. Ou se um médico dissesse que cursou engenharia, mas que gosta de medicina e estudou pela internet. Sabemos que ser competente na maior parte das profissões requer estudo e treinamento. Não poderia ser diferente em investimentos.

Há também uma sensação de que existe somente um caminho para o sucesso nos mercados. Ao pensar no curso, buscamos trazer visões de diversos segmentos: ações, fundos de hedge, renda fixa, imóveis e private equity. Sempre acreditei que uma das melhores maneiras de evoluir pessoal e profissionalmente é encontrar pessoas de sucesso em suas áreas, entender por que elas têm sucesso e aprender com elas.

A partir daí, buscamos definir os entrevistados. Tarefa difícil. Não procuramos necessariamente os investidores de melhor performance histórica, mas investidores que tiveram excelente performance, com consistência e elevados padrões éticos. E que tivessem histórias replicáveis e inspiradoras. O tema investimentos parece complexo, mas na verdade nos surpreendemos como os grandes investidores conseguem traduzir temas complexos em frases e histórias simples. É como ver um craque do futebol jogar: fica tudo mais claro.

Ainda que as histórias dos dez entrevistados deste livro sejam diferentes, é possível identificar pontos comuns. Algumas coisas nos chamaram a atenção. Diferentemente da imagem de caubóis agressivos e destemidos, como um Gordon Gekko (protagonista do filme Wall Street, interpretado pelo ator Michael Douglas), todos “gramaram” muito até chegar onde estão. Têm mais de 20 anos de experiência de mercado, estão sempre aprendendo algo e são muito humildes quando falam de suas conquistas. Ficam chateados com os erros cometidos, mas sabem que isso faz parte do jogo. Além de grandes investidores, são empreendedores que construíram empresas sólidas e admiradas por seus pares. No total, administram cerca de 80 bilhões de reais.

Talvez a categoria de fundos com a maior diversidade seja a de fundos multimercados. Seus gestores podem fazer praticamente de tudo: investir em ações, moedas, derivativos e títulos de renda fixa, aqui e no exterior. Apesar da flexibilidade, ganhar das aplicações conservadoras de renda fixa — que, por uma anomalia da economia brasileira, são bastante rentáveis (no fim de 2015, a taxa básica de juros estava em 14,25% ao ano) — requer muita habilidade.

Entrevistamos alguns dos gestores mais experientes do país nessa categoria: André Jakurski, dono da gestora JGP e um dos fundadores do banco Pactual; Luis Stuhlberger, sócio da gestora Verde, cujo fundo principal rendeu impressionantes 12 000% desde que foi criado, em 1997; e Luiz Fernando Figueiredo, sócio da gestora Mauá Capital e ex-diretor do Banco Central. Cada um tem seu estilo de gestão, claro. Ainda assim, têm algumas características semelhantes. Todos têm opiniões fortes sobre as perspectivas para a economia; preocupam-se constantemente em proteger suas posições; têm uma visão global de gestão de portfólio (não analisam apenas investimentos isolados); e são desconfiados — pensam sempre que algo pode dar errado, e como isso pode afetar o desempenho de suas carteiras.

Um segmento do mercado financeiro que costuma despertar sentimentos contraditórios é o de fundos private equity, que compram participações ou o controle de empresas. Muitos empresários querem ter o suporte financeiro desses fundos, mas, quando chega o momento de trabalhar com um novo sócio, alguns acabam tendo problemas. Antonio Bonchristiano, sócio da GP, uma das gestoras de fundos de private equity mais tradicionais do país, diz que um de seus grandes desafios é trabalhar com o empresário tendo “perspectivas diferentes”. O fundo tem de vender sua participação em algum momento, para dar retorno a seus investidores, enquanto o empreendedor precisa querer ficar ali “para sempre”. Bonchristiano dá uma série de exemplos de como montou parceiras, resolveu conflitos, acertou e errou no meio empresarial. Vale lembrar que o site de comércio eletrônico Submarino (que se fundiu à Americanas.com para dar origem à B2W) nasceu dentro da GP.

Os gestores de fundos de ações que entrevistamos têm duas características principais: mantêm um horizonte de longo prazo em suas aplicações e fazem análises aprofundadas sobre as empresas em que investem. Muitos gestores dizem fazer essas duas coisas, mas, na prática, são poucos os que conseguem, porque se trata de algo complexo. A Dynamo chegou a contratar um instituto de pesquisa para entender os impactos da mudança de regras no setor de processamento de operações com cartões para as duas principais empresas desse setor, a Cielo e a Rede. Guilherme Affonso Ferreira, que participa de seis conselhos de administração, manteve ações do Unibanco por 20 anos, até o banco se unir ao Itaú em 2008, em meio à crise financeira internacional. Hoje, tem ações do Itaú. Para Guilherme Aché, sócio da Squadra, ter disciplina ao executar um plano de investimento é o que realmente faz diferença.

Um caso interessante é o da gestora Tarpon, fundada por Zeca Magalhães quando ele tinha 24 anos. Trata-se de uma gestora de fundos de ações, mas sua atuação na empresa de alimentos BRF se assemelha à de um fundo de private equity, porque há executivos completamente envolvidos na gestão e na transformação da empresa. Outro entrevistado que montou um negócio quando era muito jovem é Meyer Joseph Nigri. Ele fundou a incorporadora Tecnisa enquanto cursava a faculdade de engenharia, em 1977. Passou por diferentes fases do mercado imobiliário, por crises, pela euforia da última década — que, ironicamente, quase quebrou várias empresas do setor — e conta suas histórias de maneira bastante dinâmica. De quebra, há análises bastante ricas sobre os fundamentos do mercado imobiliário, e quando vale a pena investir nesse setor.

Neste livro, podemos conhecer um pouco da carreira e entender como pensam esses profissionais superlativos. Esperamos que sua trajetória possa ajudar investidores interessados em aprender mais sobre finanças e jovens que estão iniciando sua vida profissional.

Boa leitura!

Fonte: linkedin.com/pulse

  • 21
    Set
    2016
    às 16:23
  • Postado por
    Ricardo
  • Categoria
    conheça a as4

5 desafios que os empreendedores de sucesso precisaram enfrentar




Empreendedores de sucesso, até chegarem ao patamar de destaque em que estão, passaram por muitos desafios. Quando uma questão é solucionada, não demora a aparecer um novo problema a ser contornado, o que requer muito sangue frio e competências diferenciadas para seguir adiante com o sonho da empresa própria.

Será que você está passando pelas mesmas batalhas que esses gigantes já combateram? Veja estes 5 desafios a seguir.

Formar uma equipe sintonizada
Um dos maiores problemas enfrentados por empreendedores de sucesso é a gestão de pessoas, já que é difícil crescer sem um time de profissionais de alta performance e sintonizados com seus objetivos.

Achar um colaborador talentoso não é uma missão fácil e, quando finalmente você encontrou aquela pessoa que pode somar com o negócio, ainda precisa lidar com o risco do turnover: oferta de salário maior na concorrência, insatisfação no ambiente de trabalho, discussões com um colega, entre várias outras situações.

Para evitar isso, faça com que sua equipe sinta que é um ativo valioso na empresa. Você pode fazer isso por meio de um plano de cargos e salários, explicitando como e até onde eles podem crescer na hierarquia de trabalho, despertando dessa forma metas e objetivos em cada um.

Manter um fluxo de caixa saudável
O fluxo de caixa representa uma das grandes dificuldades dos empreendedores de sucesso, pois trata-se de um item da sua empresa impactado por diversas variáveis. Incluímos aqui a gestão dos custos e despesas, que devem ser constantemente combatidos para “enxugar” a produção e aumentar sua competitividade, além da geração de receitas por meio de vendas constantes e uma alta representatividade no mercado. E se o cenário for de crise, triplique o nível desse desafio!

Para driblar essa solução, com o rápido fluxo de transações do mercado atual, o mais recomendável é contar com um sistema de gestão que possa ajudá-lo a administrar todas essas informações e facilitar a gestão financeira.

Lidar com o Fisco
O Estado, que devia ser um aliado (já que os empreendedores de sucesso geram empregos e fazem o dinheiro circular no país), na verdade apresenta-se como um inimigo. Burocracia na hora de legalizar o negócio, exigindo incontáveis documentos, e uma alta carga tributária são dores de cabeça frequentes para o empresariado brasileiro.

A solução para minimizar essas dificuldades é contar com uma equipe contábil capaz de encontrar as brechas da legislação e minimizar o peso dos tributos, além de ter flexibilidade na hora de cumprir as exigências burocráticas.

Criar estratégias de marketing
Se você não aparece para o seu público-alvo, não fará vendas e o destino da sua empresa será a falência. Eis a importância do marketing, que os empreendedores de sucesso perceberam logo no início de suas trajetórias e souberam aplicar da maneira mais assertiva para gerar retorno.

Hoje em dia, com o advento da internet, o marketing digital é a principal alternativa quando você precisa fazer uma divulgação de baixo custo e segmentada para seu público, por meio de blogs, campanhas de e-mail e redes sociais, como o Facebook. Procure cursos e treinamentos online: não é difícil encontrar e o retorno não tarda a aparecer, com o aumento das vendas.

Conseguir acesso a crédito e investimentos
Muitos empreendedores de sucesso começaram seus negócios com capital próprio, mas também houve quem precisou negociar um financiamento ou empréstimo com um banco ou apresentar aquela ideia que atraiu os olhos de um investidor. Porém, não é tão simples assim garantir a um terceiro que o seu sonho vai se concretizar e o retorno prometido será realidade.

Para facilitar o acesso a capital, procure comprovar o quão sólida é a sua empresa por meio de demonstrações contábeis elaboradas com um sistema eficaz. Isso, certamente, aumenta o senso de segurança que um banco ou investidor precisa nesse momento.

Esses são apenas alguns desafios que empreendedores de sucesso precisaram combater até consolidar a sua ideia no mercado. Na verdade, existem inúmeras outras dificuldades, mas sua vontade de vencer deve ser maior do que todos esses obstáculos. Se existe gente que conseguiu, você também é capaz!

Por: Maciel Kenji Sato: Diretor no Portal Abra Seu Negócio

Fonte: linkedin/pulse.com


Promocional empresa de criação de site

JuceSP as4
as4 parceira Google
Desde 2011 • CNPJ 17.108.974/0001-96 - A as4 é uma marca em processo de liberação pelo INPI desde 2012.
as4 - Alpha Solutions Four Brazil LTDA EPP
+as4