• 24
    Out
    2016
    às 15:33
  • Postado por
    Ricardo
  • Categoria
    conheça a as4

Tenha mais coragem diante das suas ideias.


Quando uma ideia é realmente inovadora, ela sempre divide opiniões. Dentro das muitas chances de dar errado e das muitas chances de dar certo, ambas inerentes a condição disruptiva, você tem duas opções: estimular ou brecar. Ajudar ou se abster. Ser da torcida ou do contra. Mas a verdade é que a diferença entre o maluco e herói é só uma: o herói deu certo.

Vamos imaginar uma situação: Um conhecido seu dos tempos de escola decidiu, com 16 anos, disléxico e sem nenhuma experiência, largar os estudos e lançar uma revista estudantil. Todo dia você vai andando para a escola e vê ele, sem dinheiro, tentando vender anúncios pelo telefone público. O cenário econômico muda, ele precisa mudar de ramo e começa a investir em música. O sucesso começa a bater na porta e ele ganha clientes. Com o dinheiro, ao invés de expandir o negócio, ele decide começar a tentar quebrar recorde mundiais.

Na sua primeira tentativa, ele quer fazer a mais rápida travessia do Oceano Atlântico, mas o máximo que ele consegue é naufragar um barco. O acidente gera um repercussão midiática muito negativa quando repórteres exigem que o seu amigo reembolse os custos do resgate de helicóptero ao governo. Observando de longe, você imagina que ele tenha se arrependido e que irá voltar a investir só em música. Mas não, ele tenta bater o recorde de novo. Não só esse, mas diversos outros. Inclusive dar a volta ao mundo num balão, que da errado duas vezes.

Se essa história tivesse um final triste e ele tivesse falido tentando quebrar recordes, ele seria um maluco qualquer que você contaria a história rindo (ou chorando) para a família no almoço de domingo. Mas, se as tentativas malucas tivessem feito o seu amigo observar oportunidades de negócio e diversificar de forma nunca antes feita a marca que ele criou com a música, esse seu amigo se chamaria Richard Branson, criador do grupo Virgin que detém 400 empresas, do mercado de aviação à bebidas.

Esse herói, que ainda é um maluco em potencial pelas suas últimas empreitadas com foguetes espaciais turísticos que explodiram no ar nos testes, é um exemplo extremo que, nas devidas proporções, pode nos ensinar a olhar de forma mais corajosa para as ideias.

Inovação legítima vem sempre acompanhada de "verdades" limitante.

Como ele, existem muitos outros. Sem entrar no mérito de sorte, dos astros e sem estimular atitudes ilegais, quero dizer que vivemos a era das possibilidades onde uma ideia vinda de qualquer lugar pode ter a capacidade de mudar um mercado, as pessoas, o mundo. E essas ideias sempre vão causar desconfiança pela característica empírica normal da inovação legítima. Elas sempre vem junto de ‘verdades’ limitantes: “Isso nunca vai dar certo”, “Isso sempre foi assim”, “As pessoas não vão querer mudar”. A verdade é que, quando algo é realmente novo, não vamos saber se vai dar certo sem tentar. Sempre vão precisar existir Saltos de Fé (conceito muito bem trabalhado no livro “A Startup Enxuta”, do Eric Ries).

Na nossa condição humana, imperfeita e egóica, é importante entendermos que nossa reação ao novo pode ser a resistência. Mas se a gente acredita no objetivo final, vale a reflexão sobre o quanto estamos apenas apontando problemas e até onde podemos ajudar e fazer parte da solução. No final das contas, você queria ter sido da equipe de criação da máquina digital ou da equipe da Kodak, que disse que a nova tecnologia era uma moda passageira? E isso se aplica no nosso dia a dia em diferentes níveis. Desde as ideias mais “malucas” às que não são tão inovadoras, mas tiram as pessoas da zona de conforto. Quando alguma coisa tem o potencial de trazer uma mudança que você acredita, você prefere correr o risco de errar e ser tachado de maluco ou nunca ter a chance de ser do time dos heróis?

Por: Caroline Lessa: Strategic Planner at NBS

Fonte: linkedin/pulse.com

  • 20
    Out
    2016
    às 09:27
  • Postado por
    Ricardo
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A verdade sobre o empreendedorismo, segundo um dos co-fundadores do Uber


“As pessoas romantizam e glorificam o empreendedorismo. Em 90% do tempo, é horrível”. A frase veio de alguém que sabe muito bem do que está falando: Oscar Salazar, um dos co-fundadores do Uber, durante o evento de comemoração de 1 ano do Cubo, uma organização de networking mantida pelo Itaú e pela RedPoint. “Não é um trabalho fácil”, diz o mexicano que já morou em Paris (para estudar) e agora vive em Nova York. Pela experiência dos meus amigos que resolveram se aventurar por esse caminho, posso garantir que é exatamente assim. Bem difícil.

Pouco (ou nenhum) dinheiro entrando por muito (muito mesmo!) tempo tende a desanimar até os empreendedores mais empolgados. O próprio Oscar passou por isso. “Durante anos tive que morar em um apartamento horrível, sendo sustentado com o salário da minha mulher. Ela foi a minha primeira investidora”, brincou.

Quem queira se aventurar pelo empreendedorismo precisa encontrar uma forma de resolver um problema que pode mudar a sociedade de uma maneira positiva – ou encontrar uma forma de fazer algo de forma mais rápida e fácil. Essa criatividade sobra no brasileiro. O que falta é autoconfiança. “Os latinos precisam ser mais arrogantes, mas de uma forma positiva. Elas precisam acreditar nas próprias ideias e ir para onde quer seguir todas as regras”, diz.

Para ajudar a criar um ambiente propício ao empreendedorismo, Oscar desenvolveu um sistema simples: sempre que alguém pede sua ajuda ou dicas para empreender, ele as dá, com a condição de que, quando a oportunidade chegar, esse empreendedor faça o mesmo por outros novatos. “Meu trabalho é ajudar pessoas a criar a companhias. E criar algumas também, enquanto isso”.

Por:Mariana Amaro: Jornalista freelancer

Fonte:linkedin/pulse.com

  • 17
    Out
    2016
    às 09:08
  • Postado por
    Ricardo
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    conheça a as4

Sistema de Automação Comercial


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Possui ainda cadastros de fornecedores, produtos, clientes, relatórios variados, como produtos mais vendidos, vendas diárias (com consultas rápidas e impressões) e mala direta para clientes.

O programa vem equipado com sistema de backup do banco de dados, evitando assim maiores perdas. Conta ainda com controle de níveis de acesso de usuários, onde pode limitar quem acessa ou altera determinados recursos no software além de emitir Nota Fiscal Eletrônica Consumidor e o completo modelo 55 (danfe). As atualizações são constantes, conforme as exigências a Receita Federal.

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