• 08
    Nov
    2016
    às 15:55
  • Postado por
    Ricardo
  • Categoria
    conheça a as4

Conheça quatro fatores de risco que podem prejudicar a tomada de decisão.


Geralmente as pessoas têm dificuldades de tomar decisões. Quando são confrontadas com decisões relacionadas ao futuro, a maioria das pessoas confia exclusivamente em sua própria intuição.

A intuição é importante sim, mas será que ela conjugada com a razão lógica não seria mais eficaz?

Abaixo, destacam-se quatro fatores que, segundo os especialistas, contribuem para os erros na tomada de decisão, são eles:

Otimismo exagerado. Pesquisas indicam que as previsões das pessoas sobre o mercado de ações têm sido sempre muito além da expectativa passada. O mesmo se aplica ao preço de suas casas e aos jogos de azar. Em um estudo feito na Holanda com participantes de um jogo, suas estimativas de vencer foram 25% mais altas do que a probabilidade real. Entre outras causas, esse otimismo é resultado de uma falsa impressão do nosso controle sobre o futuro.
Primeira impressão. O primeiro encontro tende a ser decisivo não apenas para julgar o valor de novas aquisições, mas também para os negócios que envolvem dinheiro. Uma vez mencionado o valor, esse número torna-se referência na mente humana. O preço requerido para a venda de uma casa tende a se tornar o "referencial" sobre o qual as negociações acontecem. O mesmo serve para salários e aquisições de empresas. Na falta de informações seguras, as pessoas tendem a seguir qualquer valor, o que pode levar a um grande erro.
Falta de modéstia e observação. Uma vez tomada a decisão, as pessoas tendem a não reconhecer o erro, aumentando a possibilidade de perdas. Por exemplo, o chefe que tomou a decisão de contratar um empregado que mais tarde demonstra ser improdutivo será relutante em despedi-lo. O mesmo processo se aplica a empresas farmacêuticas: uma vez comprovado o insucesso de uma experiência, elas devem cancelar o mais cedo possível o projeto da nova droga, mas muitas vezes demoram em reconhecer a falha. Nesses casos, a participação de um novo indivíduo pode ajudar a identificar às pessoas que participaram desde a origem do processo.
"Homo bias". Existe uma tendência natural das pessoas a se envolver/expor, mesmo que as coisas que enxergam/experimentam não sejam necessariamente o melhor para elas. Por exemplo, depois do 11 de setembro, muitas empresas tomaram várias medidas contra o terrorismo, mesmo quando esse risco não era de relevância pra elas. O mesmo se aplica a investidores, que mesmo sabendo que a diversificação é importante para a sua carteira de investimentos tendem a comprar mais ações de seus países de residência.

Além dos citados acima outros podem ser destacados tais como: deslocamento de prioridades, contaminação pelo medo de perda e remorso pelas perdas passadas levam as pessoas e empresas a tomarem decisões equivocadas.

Por fim, não podemos descartar a existência de uma realidade notória entre as empresas: algumas possuem mais capacidade de gerenciar riscos do que outras. Isso se deve ao amadurecimento do mercado ou devido à regulamentação ou pelo simples fato da operação exigir tal conduta.

Por: José Nazareno Maciel: Atuário Sênior | Informações Estratégicas | Saúde Suplement

Fonte: Linkedin/pulse.com

  • 08
    Nov
    2016
    às 15:51
  • Postado por
    Ricardo
  • Categoria
    conheça a as4

O Brasil mostrou seu brilho cultural


Forças do setor de tecnologia do Brasil acenam e começam a emergir da longa crise econômica

O Brasil mostrou seu brilho cultural, de espírito e orgulho nacional em um grande palco durante os Jogos Olímpicos deste ano, no Rio de Janeiro. Apesar da prolongada crise macroeconômica, a nona maior economia do mundo está mostrando sinais positivos de que pode despontar novamente como um ímã de investimento e potência de inovação –impulsionado principalmente pelo rápido crescimento dos setores de tecnologia que continuaram a entregar índices de crescimento de mais de 20% mesmo com os números decepcionantes do PIB.

Poucos dias após o fim dos Jogos, o País voltou a direcionar esforços para superar seus recentes escândalos políticos, que dificultam a confiança de investidores em relação ao futuro da maior economia da América Latina. A decisão final sobre o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff representou para muitos um suspiro de alívio em relação a luta política, que moveu grande parte da população brasileira nas ruas por muito tempo.

Com apenas dois meses de mandato, o presidente Michel Temer tem sido um “grande sucesso com investidores”, segundo reportagem da Bloomberg publicada em julho. De acordo com o veículo, os índices de referência do País cresceram cerca de 60% e o Fundo Monetário Internacional (FMI) relata que a confiança de consumidores e de empresas estão reaparecendo para essa região.

Um estudo da Morgan Stanley divulgado em julho passado indica que a confiança de investidores e o interesse em mercados emergentes, como o brasileiro, está crescendo – especialmente por conta da incerteza e das consequências econômicas provocadas após o referendo do Bretix. Em um recorte sobre o estudo, o The BRICS Post destacou que o FMI afirma que “a confiança na economia brasileira está despertando lentamente”, além de prever um crescimento positivo para o Brasil em 2017.

BayBrazil, uma organização sem fins lucrativos baseada no Vale do Silício e dedicada a reunir o ecossistema brasileiro-americano, organizou sua conferência anual no Googleplex, em Mountain View, no dia 16 de setembro. O evento atraiu empreendedores, executivos de tecnologia, investidores, acadêmicos, representantes do governo e líderes do setor privado. Participaram palestrantes de empresas como Alibaba, Alphabet, Instagram, Facebook, Silicon Valley Bank, Stripe e Uber, e o tema principal da conferência foi “Navegando na incerteza: conheça os brasileiros que estão construindo negócios sólidos durante a crise”.

Apesar da recessão do País, os gastos com tecnologia no Brasil estão crescendo e o empreendedorismo florescendo. O crescimento do venture capital corporativo e um ecossistema mais maduro estão impulsionando a aceleração do motor econômico do País para cima, alavancado pela inovação no setor de tecnologia. Podemos dizer que cinco dos setores mais quentes de tecnologia no Brasil atualmente são: Agritechcom IoT, que está emergindo, Edtech (educação), Fintech (financeiro), Healthtech (saúde) e Marketing tech.

Abaixo listo algumas empresas construídas ou com operação no Brasil que estão se destacando nestas áreas e analiso as razões para estes cinco setores da tecnologia operarem com a promessa de um rápido crescimento com fortes chances de retorno para os investidores.

Cinco dos melhores segmentos tech do Brasil e alguns destaques de startups com rápido crescimento:

Agritech

O Brasil é uma grande potência agrícola e ajuda a alimentar o mundo. O setor tem registrado um forte crescimento contínuo ao longo dos últimos anos e o País está entre os cinco maiores produtores e exportadores agrícolas do mundo.

Durante os últimos meses, a Microsoft e a empresa de biotecnologia Monsanto anunciaram uma parceria para investir em startups de tecnologia agrícola no Brasil – fundo que conta com a participação da Qualcomm. Alguns fundos de venture capital locais também estão se especializando nesse segmento.

As startups brasileiras no segmento Agritech são pioneiras em novas abordagens como sensores IoT, tecnologia mobile, big data e biotech com R&D para melhorar o controle das plantações, aumento de lucros e também para comprovar práticas sustentáveis para marcas de varejo globais.

Dentre as startups de Agritech mais promissoras em termos de inovação temos:

AgroSmart: Combinação de sensores IoT, telemetria e análise de dados aplicada para melhorar a irrigação e gerar previsão do clima.

BovControl: Habilita a coleta de dados e análise para melhorar a performance de produção de carne, leite e produtos genéticos. Sua tecnologia abrange o mobile, inovação em cloud e IoT.

Horus: drones para a agricultura projetados para o tamanho de fazendas brasileiras.

Promip: desenvolve macro organismos para controle biológico em culturas tropicais.

Edtech

O governo brasileiro tem na melhoria do sistema de ensino do país uma prioridade e, com esta ação, a indústria Edtech está crescendo. Diversas startups estão adaptando ferramentas já testadas em outros países para as questões culturais e necessidades do Brasil. Um benefício chave para melhorar a educação é aumentar a qualidade e disponibilidade da força de trabalho do país. Com a melhora na economia do Brasil, certamente mais empregos serão criados.

Dentre as startups de Edtech mais promissoras em termos de inovação temos:

AppProva: plataforma online para prática de exercícios e melhora no desempenho do estudante.

Geekie: cria soluções de aprendizagem adaptáveis e utilizadas por mais de três milhões de estudantes.

Quero Education: oferece um marketplace online que conecta estudantes e faculdades.

Passei Direto: desenvolveram uma plataforma acadêmica para facilitar o estudo e melhorar o desempenho dos alunos.

Fintech

Os sistemas de serviço bancário e financeiro no Brasil tornaram-se bastante sofisticados, um dos resultados inesperados diante dos 500% de média de inflação durante a década de 90. No entanto, o mercado é muito concentrado. Quase 80% dos trilhões de depósitos no país estão concentrados apenas em cinco bancos, sendo que dois são estatais. O setor tem sido atolado em papeladas, regulamentações e burocracia, o que tornou o crédito caro para consumidores e empresas.

Por exemplo, os empréstimos bancários são um processo complicado e demorado. Muitos consumidores que solicitam empréstimos pagam juros oito a nove vezes maiores do que deveriam porque esses financiamentos não possuem garantia, como normalmente ocorre nos Estados Unidos ou outras regiões

O surgimento de novas startups Fintech no país impulsiona uma maior transparência, velocidade, automação, acesso móvel pessoal, de gestão, além do serviço pessoal que o cliente tem acesso, como gerenciar sua conta pelo celular.

Dentre as startups de Fintech mais promissoras em termos de inovação temos:

BankFacil: desenvolve uma plataforma de empréstimos garantidos para reduzir as taxas de empréstimo.

Iugu: comercializa uma plataforma de pagamento móvel que beneficia tanto os consumidores quanto os vendedores.

Neon: fornece um serviço de banco digital utilizando dispositivos móveis e aplicativos para a geração millenials.

Nubank: promove um serviço de cartão de crédito que pode ser gerido através de telefones móveis.

Healthtech

O Brasil está entre os cinco países mais populosos do mundo e o rápido crescimento da classe média está demandando cada vez mais saúde de alta qualidade. A maior expectativa de vida da população e da geração "baby boomer" estão provocando o aumento na procura por cuidados de saúde.

A tecnologia médica está avançando em um ritmo rápido, tornando o Healthtech um setor líder de investimento. De acordo com um relatório da PwC MoneyTree, as empresas de venture capital investiram US$ 12,1 bilhões em 969 negócios no primeiro trimestre de 2016 - a indústria de software recebeu o maior investimento. A segunda maior quantia em investimento foi para o setor de ciências da vida. Aproveitando o momento, uma série de startups brasileiras surgiram para absorver uma grande demanda de Healthtech.

Dentre as startups de Healthtech mais promissoras em termos de inovação temos:

Dr. Consulta: combina a análise de dados e tecnologia on-line para melhorar a saúde.

iClinic: desenvolve uma solução de software ERP em nuvem para beneficiar médicos e clínicas.

Memed: fornece uma plataforma de prescrição digital e app para médicos e pacientes.

Marketing tech

Similar ao mercado dos Estados Unidos, a oportunidade para o marketing tech está crescendo, enquanto Adtech, do setor de propagandas, continuam com as prospecções mais desafiadoras. Ao contrário do Adtech, focado em automação e estratégia na propaganda em diferentes canais de mídia, a maioria das startups de marketing tech miram para desenvolver e vender software, análise de dados e plataformas online – com mais frequência em uma base de assinatura (SaaS).

Outro nicho emergente é um conjunto de inovações com foco em reunir mais inteligência de sensores IoT e apps em locais físicos como lojas de varejo, hotéis, aeroportos e outros pontos de viagem, além de entrega de promoções personalizadas, serviços de geolocalização (como navegação na loja) e a otimização do marketing mais inteligente para impulsionar as vendas.

Dentre as startups de Marketing tech mais promissoras em termos de inovação temos:

Hotmart: vende uma plataforma de marketing completa para ajudar a iniciar um negócio digital.

In Loco Media: desenvolve uma plataforma de geo-localização interior, sem necessidade de beacons.

Resultados Digitais: fornece uma entrada SaaS de marketing para gerar tráfego e leads.

Afiar a criatividade e buscar novos caminhos em tempos de crise é parte da natureza humana - o nosso instinto de sobrevivência. Em cenários macroeconômicos, como o que o Brasil tem enfrentado com taxas de juros elevadas, aumento da inflação e do desemprego, há uma oportunidade para inovar e reinventar velhas indústrias, como se estivessem recomeçando.

Eu acredito firmemente que nunca tivemos um período tão propício para investir em startups on-line e tecnologia, especialmente nos cinco setores de tecnologia cobertos aqui. Inovadores de sucesso nessas arenas de tecnologia continuarão a contribuir para o crescimento mais amplo e, principalmente, para a vitalidade econômica no Brasil.

Por:Romero Rodrigues: Fundador e Presidente do Conselho da Buscapé Company

Fonte: Linkedin/Pulse.com

  • 04
    Nov
    2016
    às 10:36
  • Postado por
    Ricardo
  • Categoria
    conheça a as4

Quer ser "formado em Facebook"?


Entender efetivamente de Facebook, "pra valer" mesmo, é uma coisa complicada: todo mundo coloca no currículo que sabe utilizar, se inscreve em vagas para trabalhar como social media e fica palpitando. É tipo TV: a pessoa assiste muito tempo e já acha que conseguiria criar o conceito/executar programas melhores do que estão lá. Ou só porque administra a fanpage da loja do tio dele, ou de uma padaria do bairro, considera que já domina a ferramenta. Não é porque você usa o Facebook todo dia que você sabe como usar profissionalmente, certo?

O bom é que você pode aprender a mexer no Facebook de forma profissional, de graça, sem sair de casa. A própria rede social criou um treinamento online, batizado de "Facebook Blueprint" e que conta com dezenas de cursos (cada um sobre uma função ou prática diferente dentro da plataforma). Ele foi lançado em 2015, em inglês, mas agora já tem quase todos em versão em português.

A maioria dos cursos é para utilizar o FB como ferramenta de marketing - principalmente plataforma de ads, Power Editor e afins. Mas ele também tem cursos sobre Instagram, Instant Articles, Canvas e tudo o mais. E você não é obrigado a fazer todos, não. Escolha somente quais te interessam e coloque pra rodar. Cada tópico não leva mais do que uns 20, 30 minutos, mais ou menos.

Estava planejando este artigo há cerca de um mês, mas preferi primeiro fazer todos os cursos disponíveis em português (TODOS MESMO) e tirar a minha própria certificação. Para poder contar para vocês como é a experiência. Eu, que já trabalho com isso há anos, conhecia muita coisa que estava ali. Mas mesmo eu, que sou social media experiente, aprendi algumas coisas, sabia? É extremamente útil - e provou para mim que mesmo quem já é versado no FB ainda tem coisa para aprender. Então a minha sugestão é que você, com certeza, faça. É garantido que alguma funcionalidade explicada ali você ainda não viu.

Aí temos um ponto muito válido, que é a relevância desse curso. Muita gente, ao ver isso aqui, deve pensar que um diploma de curso online grátis do Facebook não vale muita coisa. Olha, eu já acrescentei o meu aqui no perfil do LinkedIn. É uma certificação emitida por um dos maiores players do mundo digital, e atualmente esse preconceito com educação online é coisa de gente do passado (Samuel Khan, Coursera e afins tão por aí há muuuito tempo para provar...). Fora que ele já tem mais de 1 milhão de inscritos!

Mas, caso você queira levar o curso a um próximo nível, agora você pode fazer um teste ao vivo - com umas 100 perguntas. Você precisa pagar US$ 150 para se inscrever, e seu PC fica travado para o teste. Que é em inglês. Se você conseguir passar, ganha um badge (tipo um selinho) de credenciado pelo Facebook, bem no seu avatar. Eu, particularmente, elegi esse como meu próximo passo!

Recentemente o Blueprint foi notícia no Catraca Livre. Isso porque acabaram de lançar 4 cursos mais voltados para jornalistas - então, apesar de existir desde 2015, só foi chamar atenção dos jornalistas/produtores de conteúdo quando começou a falar com eles. Mas foi muito bacana a iniciativa dos caras de publicar esse texto (afinal, ajudou mais ainda a divulgar os cursos).

Por: Rafael Calixto:Social Media Strategist - Rede Record

Fonte:linkedin/pulse.com


Promocional empresa de criação de site

JuceSP as4
as4 parceira Google
Desde 2011 • CNPJ 17.108.974/0001-96 - A as4 é uma marca em processo de liberação pelo INPI desde 2012.
as4 - Alpha Solutions Four Brazil LTDA EPP
+as4