• 08
    Dez
    2016
    às 16:58
  • Postado por
    Ricardo
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Conheça a nova aposta da Samsung no setor automotivo


Em novembro, a Samsung anunciou a aquisição da Harman, uma empresa especializada em sistemas de entretenimento e informação para carros. Nesta semana, a companhia revelou uma parceria com a Navdy, empresa que também trabalha no segmento, lançando um pequeno aparelho que pode ser fixado diretamente no painel e promete facilitar a vida de quem está dirigindo.

O Navdy Display se conecta magneticamente ao painel do automóvel e projeta as informações no vidro, formando uma pequena “tela” que não atrapalha a condução. Há três opções de altura, de acordo com a preferência do motorista. O controle do equipamento é todo feito por gestos.

O dispositivo funciona como o Waze, mas é alimentado pelo Google Maps. Integrado com um app para smartphone, ele exibe o trajeto do usuário e pode indicar o caminho mais rápido. Ele é capaz ainda de transferir chamadas do celular, exibir notificações de redes sociais e do WhatsApp, indicar sobre compromissos e até sobre a falta de gasolina no carro. A empresa explica ainda que é possível conectar serviços como Spotify, Pandora e Apple Music e as assistentes pessoais do Android e do iOS.

Quem se interessou pelo equipamento, que será vendido direto às montadoras a partir do ano que vem, deve estar disposto a desembolsar cerca de US$ 800 a mais no carro.

Fonte:olhardigital.com.br

  • 08
    Dez
    2016
    às 15:57
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    Ricardo
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Lições imperdíveis de um empreendedor de verdade


Em um mundo recheado de empreendedores de palco, conheci em Los Angeles o senhor John Nese, dono da Galco's Old Grocery. Lá, recebi uma aula gratuita de empreendedorismo de verdade e uma lição de vida que compartilho com vocês.

A Galco's é uma loja que tem mais 100 anos de idade, sendo que John trabalha lá há mais de 60 anos. Contrariando seu pai, ele resolveu investir em algo muito inusitado para a época: refrigerantes artesanais. Hoje são mais de 750 marcas do mundo inteiro.

Ele passou pelos mesmos problemas que todos os empreendedores passam e mostra como que com trabalho duro e amor ao que faz, você consegue montar um negócio de sucesso.

Aqui não tem frases motivacionais disfarçadas de dicas de empreendedorismo. Aqui tem uma história de vida real de quem começou do zero e atingiu não só um sucesso profissional, mas também pessoal.

Abaixo está o vídeo com o resumo da conversa que tive com John Nese. Sem dúvidas foi muito aprendizado em tão pouco tempo.

Veja na integra:

https://www.linkedin.com/…/li%C3%A7%C3%B5es-imperd%C3%ADvei…

Por:Daniel Scott: Consultor Senior de Eficiência Operacional (Skala Consulting)

Fonte:linkedin/pulse

  • 02
    Dez
    2016
    às 09:01
  • Postado por
    Ricardo
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O futuro dos empregos dependerá da tecnologia "offline"


Em uma conversa recente com um colega que lê meus artigos semanais aqui no Pulse, em um dado momento perguntei a ele qual tema ele gostaria que eu escrevesse numa próxima coluna, e ele sem titubear me sugeriu que desenvolvesse um artigo que trouxesse reflexões sobre o futuro dos empregos. A partir daí que surgiu o título deste artigo, O futuro dos empregos dependerá da tecnologia "offline”, que pretendo trazer reflexões a luz de um mundo que não se desliga da tecnologia, e que por isso tem dificuldades, até certo ponto antagônica de conectar as pessoas.

Esse tema direcionou o meu "radar" para o futuro, e me fez ter contato por indicação de um amigo, com a série do Netflix intitulada de BLACK MIRROR, que foi criada por Charlie Brooker, e que apresenta uma ficção especialmente voltada para as consequências imprevistas, decorrentes da utilização cotidiana das novas tecnologias.

A terceira temporada da série Black Mirror retrata um mundo onde tudo está baseado nos resultados das avaliações (rating), que as pessoas fazem uma das outras utilizando um aplicativo de celular. O resultado consolidado das avaliações "online" impactam nas relações sociais e comerciais diárias das pessoas, e cria um mundo de aparências e falsidade.

A velocidade das mudanças impulsionadas pelas utilização de novas plataformas tecnológicas, alterou o nosso modus operanti de viver, conviver, se relacionar, trabalhar e principalmente mudou a noção de tempo que tínhamos para fazer as coisas, ou seja, hoje qualquer hora pode ser hora.

Para avançar na reflexão proposta deste artigo é imprescindível que vocês assistam o fantástico vídeo que destacado abaixo sobre a revolução que teremos com a chegada em casas de robôs como o Tapia.

Qual o impacto teria em sua vida se hoje não tivéssemos mais acesso a tecnologia? E com o Tapia como seria?

Segundo Rita Loiola, em seu artigo publicado na Revista Galileu sobre o Futuro do Trabalho, as hierarquias flexíveis irão surgir para acompanhar o poder descentralizado das redes de produção, chegaremos a era do trabalho freelance, colaborativo e, de certa forma, inseguro. Ela vê ainda que entraremos no tempo de mais conforto, cuidado com a natureza e da criatividade.

Quando as novas gerações chegarem totalmente ao comando das empresas, elas vão colocar em xeque antigos dogmas, dentre eles o da presença física no trabalho. Além disso, eles irão trazer a discussão da importância do intraempreendedorismo (ao mesmo tempo que você é empregado você é empreendedor, criando um fenômeno conhecido como intraempreender) para as organizações.

Segundo a redação do site "O futuro das coisas em tecnologia", estima-se que 65% das crianças que hoje entram nas escolas, provavelmente irão trabalhar em funções que atualmente não existem.

Neste contexto de mudança será decisivo a preparação dos nossos filhos, dos alunos, dos colegas e dos profissionais para que aproveitem o poder da tecnologia para transformar o nosso mundo em um lugar melhor. Segundo Paulo Vicente, renomado professor da Fundação Dom Cabral (FDC), precisaremos desenvolver novas competências, principalmente as que estão na coluna roxa intitulada de Empresa dispersa.

A querida e competente professora Elizabeth Rezende Fernandes (Beth), também da Fundação Dom Cabral, compartilhou comigo os avanços das suas recentes pesquisas sobre identidade organizacional e vínculo de gerações, e deixou claro que a coragem, a cooperação e a perseverança serão atitudes que a cada dia serão mais vivenciadas.

Concluo este artigo destacando que o futuro dos empregos dependerá da tecnologia "offline”, que na verdade são as relações humanas face a face. Precisamos ter de volta o "online" das relações humanas, pois estamos perdendo, prova disso é que a maioria das competências acima destacadas pelo professor Vicente, como necessárias para o futuro é pautada no humano.

Acredito no poder imensurável do amor para a constante evolução humana, e quando falo em amor não tem como não lembrar no maior amor, que para mim é o amor de mãe, e que neste momento passa por dificuldades decorrentes do mundo moderno, onde o tempo de criação dos filhos se vê dividido com outros assuntos do dia a dia (isso envolvem o apoio dos pais também nesta criação / educação), impulsionados pela tecnologia. Precisamos nos desconectar para conectar.

Por: Gustavo Mançanares: Head de RH - Ajudando pessoas a se conhecerem e se conectarem com os seus valores

Fonte:linkedin/pulse


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